A despedida de Cilenis

Reproduzo aquí o artigo nunca publicado co que pechabamos Cilenis.

Cilenis foi unha empresa spin-off da liña de investigación ProLNat liderada por Pablo Gamallo na Universidade de Santiago. O noso obxectivo, como o da maioría das spin-off, era levar ao mercado as investigacións en Procesamento de Linguaxe Natural (NLP) que se levaban facendo no grupo. Comezamos a madurar a idea de emprender en 2010, cun contexto económico devastado pola crise de 2008 e sabedores que o xa precario sistema de investigación tiña un negro futuro. Así que en 2011 decidímonos e lanzamos Cilenis aos poucos, cun equipo pouco definido e tratando de facer consultoría NLP. A inexperiencia, a forma de traballo, un equipo envolvido parcialmente e sobre todo a falta de traballos fixeron que nos plantexáramos un cambio radical. En 2012 refacemos a estratexia de Cilenis, máis orientada ao Software as a Service, definimos un equipo con implicación total, ampliamos a base de traballadores e incluimos como inversor a Marc Vidal. Á vez o boom emprendedor comezaba a nivel mundial, polo que tamén comezamos a buscar inversión para o noso proxecto máis querido, Avalingua, un corrector e avaliador intelixente. Lanzamos cilenisapi.com como solución SaaS de NLP para negocios e Linguakit.com como NLP para as persoas. Estes cambios e novos produtos deron o seu froito en 2015, un bo ano para Cilenis no que paradoxalmente decidimos cesar a actividade.

Entón porqué parar no mellor momento? A razón principal foi que as persoas do noso equipo levaban tempo recibindo moi boas ofertas profesionais, tanto a nivel económico como de proxección futura. Sempre tivemos moi claro que as persoas estarían por riba do proxecto, o que levaba, en boa lóxica, a que continuaran as súas carreiras en novos espazos. Levar adiante unha empresa con alta carga de investigación require de profesionais ben preparados que non pasan desapercibidos no mercado laboral. Houbo máis motivos que nos empurraron a tomar esta decisión como a rotura de compromisos firmes dalgunhas institucións que botaron abaixo proxectos clave, a imposibilidade de conseguir financiamento para Avalingua ou a falta de retorno dalgún dos produtos. En calquera caso superables de contar co equipo que levou adiante o proxecto ata ese momento.

Que fixemos mal? Pois tantas cousas que é dificil sintetizalo e á vez temos a impresión de que a maior parte das decisións se tomaron conscientes e con xeito. En xeral acertamos cando creamos software que puidera usar o público final (conxugadores, apps, Apalabrados, linguakit.com) pois ainda que o retorno era pequeno si nos deu credibilidade e nos abriu portas. Tamén acertamos cando fixemos proxectos de consultoría B2B para grandes contas, custa moito esforzo a busca de clientes, as innumerables reunións e viaxes, o peche de contratos, pero despois os resultados foron moi bos. Todo o resto de cousas que fixemos foron erros que trataría de evitar se tivera a máquina do tempo, como facer consultoría xeral informática, recorrernos o ecosistema de aceleradoras e “concursos” de emprendemento, esforzarnos en internacionalizar antes de tempo, adicar pouco tempo tempo a vender, comunicar e reunirnos con posibles clientes, confiar nas posibilidades da API Economy e unha chea de cousas máis.

Se de autocrítica falamos, temos que recoñecer que non fomos grandes comunicadores, mesmo tendo un proxecto tan interesante como foi Cilenis polo que tiña de desafío, saíndo dunha facultade de letras, cun equipo sen experiencia empresarial, nunha área tecnolóxica (NLP) que pasou da irrelevancia a tendencia a nivel mundial con empresas semellantes a nós como AlchemyAPI comprada por IBM ou a permanente sensación de maxia que da a quen a utiliza esta tecnoloxía. Ao txer recursos limitados pasa como coas mantas pequenas, ou tapas a cabeza ou tapas os pes; e nós deixamos os pes fríos para ter a cabeza quente.

Se algo tivo certo impacto a nivel de uso foi Linguakit.com, que leva máis de catro millóns de consultas e 30 mil usuarios rexistrados. É por iso que Linguakit.com terá continuidade na plataforma web, movil, API (antes coñecida como CilenisAPI) e tamén como proxecto open source do grupo de investigación. É un xeito de darlle continuidade a éste proxecto, gracias aos lazos persoais que se crearon durante este tempo.

Por último, os agradecementos. Non quero facelos nominativos porque cada persoa implicada en Cilenis soubo en cada momento o importante que foi para este proxecto. Se de algo estamos orgullosos é de ter mantido o grupo unido e de atoparnos xente extraordinaria que se envolveu no proxecto con todo. Tamén tivemos grandes apoios fora da oficina, algúns deles sen ser conscientes do que contribuíron ao proxecto. A todos vós moitas gracias e ata a próxima!

Coronavirus, o grande acontecimento da nossa época

O vírus SARS-Cov-2 que provoca a enfermidade Covid19 é atualmente o centro de todas as conversas, atuações governamentais, empresariais e sociais. É oficialmente uma pandemia segundo a Organização Mundial da Saúde (WHO). A sua história até o momento é bem conhecida, agora mesmo estamos milhões de pessoas no mundo em quarentena nas nossas próprias casas, a medio prazo as projeções são sinistras e a longo prazo é impossível saber qual será o impacto a nível mundial.

Tendo um blogue e ganas de lembrar no futuro o que penso nestes momentos tão particulares, quero tentar deitar algumas das muitas ideias que tenho agora na cabeça.

A informação

Esta não é a primeira pandemia da historia, de facto todos estudamos a peste negra como um dos grandes sucessos da idade media e a gripe espanhola como a última grande pandemia. O nome não é porque nascesse em Espanha mais bem porque a imprensa espanhola sim falou abertamente dela a diferença do resto do mundo, que estava a sair da primeira guerra mundial.

Hoje vivemos em tempos de excesso de informação, todo o mundo sabe, paradoxalmente não estamos bem informados. Não é que no passado isto fosse melhor, eu não acredito isso, o que sim acredito é que agora é diferente e as pessoas devemos lidar com a infoxicação, as “fake news”, o FOMO e a dopamina das redes, dum ou outro jeito. Eu tento informar-me mediante um leitor de feeds, algumas newsletter, afastando as redes sociais dos dispositivos principais e limitando os mass media. Gerir melhor a informação que consumimos e que nos impacta é um tópico de melhora pessoal a cuidar.

Pois bem, a informação dos grandes meios sob o Coronavirus que tivemos quando era já uma epidemia na China e ia-se espalhando pelo sueste asiático e ao resto do mundo será estudada. A mistura de supremacismo ocidental, complacência e falta de empatia, não devera ser estranha a pouco que se conheçam os meios. Mas desta volta a tragédia é que deixou um pouso social de despreocupação que eu resumiria como: “a nós isso não nos passará”.

Ao mesmo tempo que recebia essa informação tranquilizadora pelos meios tradicionais, as fontes de informação que manejo diziam coisas muito assustadoras. O curioso do assunto é que eram pessoas do mundo da empresa e nomeadamente do mundo blockchain os que estavam mais preocupados e partilhavam mais e melhor informação e análises mais profundas. Acho que há um porque, mas falarei disso mais para a frente.

A comunicação social é sempre importantíssima, sem ela a democracia é apenas maquilhagem e quando estamos em um tempo crítico e precisamos boa informação para um bom atuar social, a sua falta converte-se em um problema gigante.

A ciência

A ciência e o pensamento científico é a base da evolução humana e uma ferramenta de pensamento insubstituível. Ultimamente venho de notar que alguns divulgadores e científicos têm uma visão quase religiosa da mesma, com uma sobre-confiança e acriticismo que deveram estar desterrados em um contexto de pensamento científico. Seguramente esteja errado e seja um problema das minhas perceções, que deveria exprimir em um artigo de seu. Mas aqui vai a primeira ideia: “Ausência de evidência não é evidência de ausência”, nesta crise tem-se confundido muitas vezes os casos confirmados com os casos totais, quando se estima que estes poderiam ser até 10 vezes (ou mais) superior dependendo do país e do momento.

Neste caso é claro que o sistema científico tem de rever que deu errado. Como é que em fevereiro com boa parte do mundo temendo a pandemia, a experiência da China e o início dos problemas na Itália, tanto o discurso público como o privado de boa quantidade de pessoal sanitário fosse: “é um tipo de gripe, tranquilos” ou “o nosso sistema sanitário é melhor que o Chinês”. Frases como “Sorprende el exceso de preocupación, la gente no se agobia con la gripe porque está acostumbrada” soam hoje obscenas, mais ainda quando foram pronunciadas pelo principal responsável técnico em Espanha do Coronavirus, médico e epidemiólogo. Mas essa ideia ia na linha da maior autoridade médica do mundo a organização mundial da saúde, que em fevereiro (en fevereiro!) censurava as medidas de limitação de movimentos de pessoas procedentes da China.

Seguramente houve muitas pessoas do mundo da ciência a chamar a atenção da importância de previr uma pandemia criada por um vírus da família da gripe, mas houve uma pessoa que anos antes desta crise colocou esta questão como ameaça número 1 da humanidade para a qual não estávamos preparados. Essa pessoa é um filantropo que foi o homem mais rico do mundo ao criar uma empresa de tecnologia, sim, Bill Gates. Não vejo este feito como um acaso, mais bem como uma tendência.

Veremos uma revisão do acontecido com sentido crítico do mundo científico, da WHO? A sua reputação está em jogo.

Gestão política

Com certeza nenhum responsável público quer lidar com este cisne negro e ademais entendo que as suas ações perseguem o fim de minimizar o dano. Ademais têm peritos na área que os aconselham e assumo que são mais que competentes. Aliás à hora de levar avante as medidas, à hora de comunica-las e à hora de agir ante mudanças dos acontecimentos acho que fazem a diferença. Vou contar as sensações a respeito de três lugares próximos sem vontade de censura.

Espanha

Nas semanas previas à declaração do Estado de Alarma (sexta feira 13 de março de 2020) a realidade dos números de contágios desmentia cada semana as mensagens tranquilizadoras do comité de seguimento do virus lançadas a semana anterior. Se bem a missão de calmar à sociedade era feita com mestria, fica a sensação que eles próprios criam o que estavam a dizer. Para mim é ainda um mistério como é que não atuaram antes com medidas simples como restrições de viagens a Itália quando era já evidente a dimensão do problema.

Mas o que foi verdadeiramente negligente foi a cascata de decisões (feche de escolas, insinuar feche de Madrid, avisar com 36 horas de antecedência do Estado de Alarma na fim de semana…) que propiciou uma migração maciça de pessoas de Madrid com alto percentagem de serem contagiosas a zonas pouco contagiadas. Que se agravou pela negligência generalizada de muitas dessas pessoas.

Galiza

A pouco de celebrar eleições à presidência da Galiza, que se cancelaram com o acordo de todos os grupos, com a seguridade de que é impossível celebrá-las, com todo a lógica do mundo mas também de jeito completamente ilegal pois a legalidade não prevê isto. Lição aqui para quando se sacralizam as leis.

A saúde é competência do governo galego, que leva uma década fechando camas, com contratos laborais infames e em geral maltratando-a como nunca.

A dia 9 de março os casos de COVID19 detetados na Galiza eram muito poucos e todos eles importados de Madrid. Mas a situação mudou completamente dias depois com a chegada maciça de pessoas de Madrid junto com a falta de medidas restritivas do governo central. Foi na noite do dia 13 que o presidente da Galiza saiu para fechar boa parte da restauração, avançando a decisão que 36 horas depois seria tomada pelo governo de Madrid. É paradoxal que o governante que mais dano fez ao sistema de saúde galego fora quem tomasse uma decisão que seguramente salvou vidas.

A tal hora não se sabe o final da historia, mas sim sabemos que a declaração do Estado de Alarma tira as competências de saúde da Galiza e passa a ser geridas pelo estado central. Mais uma paradoxa, os que tomaram decisões que não evitaram converter Madrid no principal foco de contagio e depois os espalharam são os que agora tiram as competências dos que tomaram decisões melhores.

Portugal

O governo Português semelha ter-se ocupado desde o inicio da crise com mais dureza de medidas, como declarar os Estado de Alerta com 80 casos. Pode que as suspeitas de contagio do Presidente da República a inicio de março foram um impacto que levara a tomar medidas.

Também as perceções do cumprimento do confinamento na casa estão bem longe das mediterrâneas. Tanto na Itália como na Espanha o cumprimento social do confinamento está sendo sumamente laxo, de facto o comité chinês em ajuda da Itália simplesmente não compreende que com esse número de mortos ainda as pessoas continuem a sair fora, e lendo entre linhas, que o governo não tome medidas mais punitivas. Acho que na Espanha o assunto é idêntico. Tenho curiosidade por saber como será em Portugal o comportamento social, mas semelha bem diferente.

Resto do mundo

Começa a ficar clara uma coisa, a resposta Chinesa foi muito boa e uma demonstração de poder impressionante. O que ocidente (e o resto do mundo) não consegue conter, eles solucionaram em 4 meses. Vamos ver a resposta de ocidente uma vez já é considerado um problema e vamos ver como se desenvolve em pais con sistemas de saúde mais fracos ou quase inexistente.

Também em Ásia mas em um contexto democrático e sem um sistema governamental de controle social tão profundo como o chinês, a Coreia do Sul semelha ter baixo controle o problema mediante uma política de test intensivos. Se tecnicamente se consegue criar um test rápido e barato, semelha a melhor saída desta crise.

Em ambos casos, há um motivo que os levou a estar preparados e preocupados com o SARS-Cov2, que é precisamente a experiência do SARS-Cov1.

No outro lado da resposta poderíamos situar ao Reino Unido que inicialmente (semelha estar a recuar) optou por uma estratégia de baixa atuação chamada de “herd immunity”, definida como suicida por boa parte da comunidade de estudosos do virus. Nos USA a resposta está a ser muito diferente dependendo do Estado, ademais é um país sem sistema de saúde universal. Em ambos casos, nas semanas que virão veremos como de bem ou de mal funcionam essas medidas.

O ser humano

Boa parte dos pensamentos destes dias terminam em um lugar muito interessante para refletir, que é o próprio ser humano. Sinto-me desde há tempo um desconhecedor enorme do comportamento do ser humano tanto como individuo como em sociedade.

Pânico ou sobre-confiança

Só logro compreender que muitas das mensagens previas à crise tirando importância da situação foram para evitar o pânico. É um tópico que tudo o mundo diz, o pânico é bem pior que o problema em si.

Mas depois de ler ao Nassim Taleb e em geral depois de ler sobre viesses cognitivos (cognitive biases) tendo a inclinar-me, dito em termos menos radicais, mais pela precaução que pela confiança.

No lapso de 10 dias, passou-se de de rir das pessoas prudentes que fizeram uma compra maior do habitual temendo confinamento a brigas nos supermercados quando o risco de contagio era alto. Sairá desta crise o valor da prudência reforçado? Pode ser, mas a essência humana continuará na mesma.

Perceção do risco, tempo e não linearidade

Os seres humanos não calculamos bem as probabilidades, não conseguimos tomar boas decisões no presente a respeito do futuro e não entendemos as funções não lineais, entre outras muitas coisas. Ou melhor dito, tendemos a não compreende-las de jeito intuitivo.

Estamos ante um vírus que se propaga exponencialmente (não linear), que se contagia sem sintomas (saberemos no futuro se estamos contagiados hoje) e a probabilidade de contagio é um calculo complexo das interações com outras pessoas ou o seu rastro biológico.

Desde esta perspetiva acho que é mais doado compreender os erros dos meios de comunicação ao interpretar as gráficas, as imprudências quotidianas de quem sai da casa 3 vezes ao dia ou vai trabalhar a um trabalho que podia ser feito em remoto ou quem não vê risco porque há poucos casos confirmados na área na que mora.

Do mesmo jeito mas em sentido contrário, acho que as pessoas mais afeitas a lidar com variáveis exponenciais e medições de risco, nomeadamente finanças e engenharia, podem ver melhor a magnitude do problema.

O grande acontecimento da nossa época

Seja uma crise de duração limitada a 4 meses como na China ou seja uma crise de longa duração com segundas ondas de contágio, o certo é que vai ser um evento histórico que vai marcar muito o mundo após a crise. A nível humano o número de mortos poderia ter um impacto psicológico que a minha geração não é quem de imaginar.

No económico também vai ser um desafio nunca visto: um shock de demanda em simultâneo com um shock de oferta devido a uma quase total parada da atividade económica, ainda por cima a receita de baixar os tipos de interesse para estimular a economia não é factível com tipos de interesse a zero ou negativo, pelo que apenas fica a saída da impressão de dinheiro, o que poderia levar a um cenário de alta inflação. O restabelecimento das cadeias de subministro na Ásia, nomeadamente na China, são boas novas para todos, e especialmente pare eles.

Ainda é cedo para saber como será lembrada esta crise, o que tenho a certeza é que será lembrada. Acho que é um momento de aprendizagem pessoal, de descobrir como somos em situações que podem ser muito duras.

Custou-me muito escrever este artigo, óbvio que pelas circunstâncias, também pela complexidade de muitas das ideias que merecem mais profundidade e pela falta de costume de escrever este tipo de artigos. Quem chegar até aqui e gostar do artigo, agradeço comentários. Saúde!

Artigos de tecnologia e economia para Westinghouse

A revista Westinghouse foi um projeto de revista digital interativa dentro do quiosque Mediazines lançado pela equipa de La Communitat e apoiado por Marc Vidal. Infelizmente o projeto tive apenas seis números. Eu escrevi a secção “The Conference” que falava de tecnologia e economia inspirada em uma conferência magistral. Como a revista já não está disponível subi os artigos aqui, as conferências estão em inglês mas os artigos em espanhol:

  1. El arte de empezar
  2. Y tu nevera te avisará cuando caducan los yogures
  3. The next big (internet of) things
  4. Steve Blank y Lean Startup, el método de emprendimiento basado en evidencias
  5. Sí, te están quitando el trabajo
  6. La teoría del todo o como juntar apps, cloud, weareables, smart tv, IoT…

A arte de começar

[Traduzido automáticamente do artigo em espanhol]

Os anunciantes têm explorado para o tédio que o cérebro dedica à metade esquerda analítica e a metade direita ao artístico, quase sempre com o direito de apelar para as emoções, para decantar a nossa decisão de compra do seu lado. É eficaz e até mesmo uma boa metáfora, mas desculpe, eu não tenho um botão no meio do meu crânio para equilibrar o uso do meu cérebro, eu uso ambos os lados, tudo o que fazemos.
Todos nós enfrentamos muitos começos, como hoje faz esta revista, e fazemo-lo na mudança de época na história da humanidade. Uma mudança Genís Roca tem magistralmente descrito em sua palestra TED e também tem sido analisada neste mês Westinghouse. Neste contexto de mudança e melhoria contínua, melhor que usar ambos os lados do nosso cérebro.
A tônica na mão deste primeiro mês, como poderia ser de outra forma, é a arte de Iniciar por Guy Kawasaki. Não é por acaso que a palavra “arte” é o título desta e de outras palestras livros e Guy Kawasaki, como tem sido Chief Evangelist da Apple. Também não é uma coincidência que nós começamos com um discurso 2006 inisistimos vivemos em uma mudança de época e queremos ganhar perspectiva para analisar a economia e negócios no meio da tempestade perfeita.
The Art of the Start é basicamente a arte de criar um propósito para o que fazemos, um sentido, colocando-nos ir, o que move os outros em última análise, um horizonte de ir. E Guy sugere alcançá-lo em um mantra, o que tradicionalmente chamamos de “reivindicação”, mas ainda menor e orientada para o horizonte, propósito quase emocional do que estamos começando.
Por que algo que parece tão Naif como objetivo pode ter um fardo? Sabemos da “Economia Conceptual” que um mercado passa por quatro épocas: habilidade tecnológica, luta pela funcionalidade, oferecendo experiências e, finalmente, criar significados. Quanto mais maduro o mercado está mais perto são os significados, como um telefone celular exemplo, e tudo o que pensamos sobre alguém quando puxa um andróide, uma maçã mordida ou um pequeno setas para a direita Como era o nome dessa marca ?
Guy Kawasaki continua afirmando o óbvio: “ir,” mas dá três chaves para fazê-lo de forma eficaz. Primeiro, um slogan que certamente está familiarizado “Pense diferente”. Eu disse que ele trabalhou na Apple? Ilustrado com exemplos de tecnologia baseada mudanças disruptivas. Outro ponto-chave, não deixa ninguém indiferente e, consequentemente, gerar amor e ódio; diferenciação já não parece suficiente, você tem que agitar e, assim, chegar a ser visto. E, finalmente, encontrar espíritos afins ou, mais Convencionalmente, ‘olho com parceiros “.
Em 2006, ele ainda não tinha chegado Lean Startup (2008), que estabelece a ação inicial e iteração, como básico para aprender sobre o mercado e os usuários; mas é claro que nos últimos anos é colocar o foco na ação e inovação, e não um planejamento de mamute é necessário, ou, nas palavras de Marc Vidal: “. A morte para o plano de negócios” No hotel “O livro negro do empreendedor” a questão da escolha dos parceiros é considerado o principal problema que os empresários enfrentam, generalizando, escolher com cuidado seus companheiros de viagem.
Após a ação, definir o modelo de negócio, que a define como Guy “Quem é o seu cliente? Como você obter o seu dinheiro fora de sua carteira? “. E para que o uso MAT, marcos (Milestones), Asumptions (Pressupostos) e tarefas (tarefas); ou dito de outra forma: vamos fazer, o que vai ter e como vamos fazer.
Hoje, o Modelo de Negócios Canvas (criado em 2008) está se tornando o padrão de fato na inicialização do mundo, mesmo aparecendo em tela recentemente Lean, adaptação para o Lean Startup modelo. Ambos permitem que você veja o modelo de negócio em um relance, mas não o suficiente para ver os planos de desenvolvimento, este, muitas vezes, usar um muito semelhante ao MAT que “Roteiro” como nós falamos.
E chegamos à parte de Marketing, talvez o mais controverso talk como Kawasaki jogo de estratégia sobre a gerar grande valor para o cliente e ter um produto original; e “isso é tudo que você precisa saber de marketing”, diz ele. O que fazer o quatro ou sete “P” do marketing? Preço, distribuição, promoção; dar igual Guy diz: O produto, produto, produto.
Como um capitalista de risco Guy Kawasaki apresenta a regra 10, 20, 30 para apresentar um projeto de 10 slides, 20 minutos, 30 tamanho da fonte. Hoje parece um acéfalo e você só tem que dar uma olhada em Slideshare para perceber o quanto eles evoluíram apresentações de produtos, de fato, hoje, é difícil apresentar algo sem um vídeo explicativo. Por exemplo, financiamento coletivo plataformas como o Kickstarter, além do produto, vídeo e promoção social são fundamentais para o sucesso.
Quando começamos alguma coisa, temos expectativas, esperanças e uma tela em branco para preencher. Esta palestra propõe um método de uso: tem um propósito, para começar, definir um modelo de negócio com MAT, criar um produto único de alto valor para o cliente e apresentar o modo direto e condensado. Não existe uma fórmula secreta para o sucesso, mas podemos aprender com a experiência dos outros e, especialmente, usar ambos os lados do nosso cérebro, porque a criação de um projeto de negócio rentável é uma arte.